
A confirmação do ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro geraram uma divisão imediata na comunidade internacional.
Enquanto governos de esquerda e aliados históricos do chavismo condenaram a ação militar, a direita sul-americana celebrou o ocorrido.
A reação da Esquerda
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, usou as redes sociais para emitir um alerta global, afirmando que Caracas estava sendo bombardeada por mísseis e exigindo uma reunião de emergência da OEA e da ONU.
Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou a ação como terrorismo de Estado e exigiu uma resposta urgente da comunidade internacional contra o que chamou de ataque criminoso à zona de paz da região.
Aliados e Europa
• Rússia: Condenou o ato de agressão armada, declarou profunda preocupação e pediu diálogo para evitar uma escalada do conflito.
• Irã: Classificou o ataque como uma violação flagrante da soberania nacional venezuelana.
• Europa: Alemanha e Itália informaram que monitoram a situação com grande preocupação, focando na segurança de seus cidadãos residentes no país.
Milei Comemora
Na contramão das condenações, o presidente da Argentina, Javier Milei, festejou a notícia. Ao compartilhar a informação sobre a captura de Maduro por Trump, ele escreveu: A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo.
Estado de Comoção
Diante do cenário, o governo venezuelano decretou Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, mobilizando as Forças Armadas para garantir a soberania e a ordem.
Por Léo Santos




