Foragido desde o dia 07 de fevereiro deste ano, o ex-secretário de obras, transportes e serviços públicos da cidade de Ituaçu, Valdevan Silva Oliveira Santos, o “Delmax”, se entregou a Polícia Civil de Vitória da Conquista, na manhã desta quarta-feira (14). Delmax é acusado de ter estuprado uma garota de 14 anos e o crime chocou a pequena cidade de Ituaçu, na Chapada Diamantina. Logo após o registro da ocorrência na delegacia local, o ex-secretário fugiu da cidade e, desde então nunca mais foi visto. A partir dai começou uma caçada pelo paradeiro do Valdevan. Populares espalharam cartazes com fotos em todo município e nas redes sociais. Até uma recompensa foi disponibilizada para quem informasse o paradeiro do Delmax. O ex-secretário tinha uma relação de proximidade com a família da vítima, e ocupava um cargo público em Ituaçu, mas foi exonerado pelo prefeito, Phellipe Brito, que também ficou surpreso com o fato e chegou a afirmar que Delmax também visitava sua residência. Segundo as investigações, o ex-secretario na época, teria pressionado a garota para um encontro pessoal. Ao chegar no local, segundo a Polícia Civil, ele exigiu ter relação sexual com a vítima. Com a negação da vítima, conforme a Polícia, ele usou de ameaça e violência para cometer o ato. Valdevan se entregou na Delegacia de Furtos e Roubos de Vitória da Conquista e será encaminhado para o Conjunto Penal da mesma cidade.
Fonte: 97News

A Prefeitura Municipal publica nesta terça-feira (13), em seu Diário Oficial o contrato 011-25/20, firmado com a empresa Serbet – Sistema de Estacionamento Veicular do Brasil para a operação do sistema de estacionamento rotativo pago (zona azul). A Serbet, empresa que integra o Grupo Valid, terá o prazo de 5 anos de concessão e deverá render aos cofres do município cerca de R$ 9,2 milhões até o fim do contrato.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), solicitou nesta terça-feira, 13, aos líderes partidários a indicação dos membros para a CPI da Covid, após leitura do requerimento para oficializar a criação do colegiado. A comissão deverá investigar eventual omissão do governo federal no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, mas também fiscalizar recursos destinados a outros entes da Federação para o combate à doença. De acordo com o jornal A Tarde, no entanto, destacou Pacheco, a comissão não poderá apurar matérias relativas aos estados, como determina o regimento interno do Senado. “Nesses termos, a comissão terá como objeto o constante do requerimento do senador Randolfe Rodrigues, acrescido do objeto do requerimento do senador Eduardo Girão, apenas limitado à fiscalização dos recursos repassados”, declarou o presidente do Senado. Em seu requerimento, o senador governista Eduardo Girão (Podemos) recolheu as assinaturas necessárias para tentar incluir no escopo da CPI governadores e prefeitos. Líder da oposição na Casa, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) apresentou o primeiro requerimento, para investigar o governo federal. Pacheco não informou de que forma e quando começará a funcionar o colegiado. Durante a sessão, senadores se dividiram em relação à possibilidade de instalação da comissão. “Criar agora uma CPI é fazer algo que não interessa à população, que não está interessada se houve mal uso ou desvio de recursos no presente momento. Está em busca de vacina, de sobreviver a esses tempos calamitosos. Instalar uma CPI nesse momento é a mesma coisa que querer mudar o pneu de um carro em movimento”, afirmou Fernando Collor (Pros). “O mundo todo teve que se adequar a essa nova realidade. O Senado foi o primeiro parlamento do mundo a adotar sessão remota de deliberação. Até o processo de impeachment de um governador ocorreu de forma semipresencial. Por que não pode fazer a CPI?”, questionou a senadora Mara Gabrilli (PSDB), que apresentou, junto com os correligionários José Serra e Tasso Jereissati, um projeto de resolução que permite a realização de uma CPI nas modalidades remota e semipresencial.

Essa semana começaram a valer, em todo o país, as novas regras do Código Brasileiro de Trânsito (CBT). As mudanças foram aprovadas em outubro de 2020 e estão regulamentadas pela Lei 14.071/20.






